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Apelo
A terra tremeu. Deixou toda a gente apavorada.
A morte assustadora em cada esquina lá do céu.
Pensa bem... a terra deve estar muito zangada
Por ver destruir com malvadez tudo o que é seu.
A terra sente. O seu grande coração de mãe
Abriga a humanidade com carinho e com amor.
Gera o pão que mata a fome, mas também
Cuida da alma, dando a beleza e o aroma da flor.
Andamos todos surdos aos apelos que nos lança.
Acordemos agora, ou estará perdida a esperança,
Se os homens não mudarem a actual mentalidade.
Queremos, um por um, desfazer todos os nós.
De mãos dadas, vamos todos gritar a uma só voz:
Por favor! Poupem a terra pelo bem da humanidade!
A morte assustadora em cada esquina lá do céu.
Pensa bem... a terra deve estar muito zangada
Por ver destruir com malvadez tudo o que é seu.
A terra sente. O seu grande coração de mãe
Abriga a humanidade com carinho e com amor.
Gera o pão que mata a fome, mas também
Cuida da alma, dando a beleza e o aroma da flor.
Andamos todos surdos aos apelos que nos lança.
Acordemos agora, ou estará perdida a esperança,
Se os homens não mudarem a actual mentalidade.
Queremos, um por um, desfazer todos os nós.
De mãos dadas, vamos todos gritar a uma só voz:
Por favor! Poupem a terra pelo bem da humanidade!